segunda-feira, 25 de abril de 2011

A ressurreição de Jesus inaugura a Vitória da Vida sobre a Morte


Postado por Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha"

No primeiro dia da semana, a vida ressurge com grande esplendor. Jesus está vivo, é a vitória da Vida sobre a Morte. A morte não tema mais primazia, agora a vitória renasce com esplendor do Cristo Ressuscitado. O sepulcro esta vazio e ele é a prova da ressurreição de Jesus.

O evangelista João nos relembra aqui a sua chegada ao sepulcro de Cristo e a fé na ressurreição, entrelaçada com a de Madalena e a dos outros apóstolos.
No episodio desse dia vemos Madalena que vê a pedra retirada e logo dá a sua interpretação, sem se preocupar em reparar se o sepulcro está vazio. Temos também atitude de Simão Pedro e o outro discípulo, que é o evangelista, vão para ver e verificar, instigados por Madalena, mas procurando ser mais objetivos. O apostolo mais jovem e esperto e vivaz dá uma olhada rápida de fora, mas já bem precisa e aguçada. Pedro, porém, entra e com menos pressa e mais observador e com uma cautela tem um olhar de inspeção. Tudo isso não são suficientes se não houver o olhar da fé que brota na crença do Cristo ressuscitado.

João registra, por isso, uma outra etapa do seu itinerário (v. 8). O que é que ele "viu"?
O apostolo Pedro viu os panos de linho estendidos no chão e o sudário que tinha sido usado para cobrir a cabeça de Jesus. O corpo de Jesus parece que se evaporou como uma energia. Somente a fé que vem da escuta da palavra de Deus numa intimidade com Deus podemos interpretar e celebrar a dimensão da Ressurreição de Cristo. Embora, as escritura e as palavras de Jesus já tinham falado desse acontecimento. Jesus passa da morte para a Vida. Uma vida que não se acaba e todos que crê nisto e em Jesus não morrem jamais.
Hoje é um dia de muita festa para nós cristãos católicos, é a Páscoa do Senhor. Jesus está vivo no nosso meio. A vida é celebrada, a luz de Cristo ilumina a nossa vida de comunidade, de família e de sociedade.

Deixemos Cristo reinar nas nossas relações, nas nossas atitudes e que possamos ser criaturas novas com novo ardor de evangelização para construir uma Igreja participativa onde cada um se compromete com ela para que a dinâmica da sua missão não acabe com a nossa omissão, do não comprometimento material e espiritual que ela necessita.
Sejamos cristãos autênticos, membros ativos e participantes da vida comunitária.

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