segunda-feira, 23 de maio de 2011

Deus está punindo a humanidade ou estamos sofrendo as consequências de nossos atos?

Esta matéria, às vezes com outros formatos, foi publicada em vários sites e blogs e também vem rodando o mundo através de e-mails.
Não consegui descobrir se o fato é verídico, isto é, se esta entrevista realmente existiu e se sim, se ocorreu nestes termos. Mas não se pode deixar de reconhecer que o texto nos mostra a visão que se tem de Deus na atualidade. Deus se tornou produto descartável para grande parte da humanidade. Só nos lembramos Dele quando as tragédias e catástrofes acontecem. E aí O questionamos: onde estava Deus quanto isto ou aquilo aconteceu? Por que o Deus que tudo pode não evitou esta tragédia?
Todavia, quando tudo está bem, Deus é coisa dos ingênuos, dos idiotas, dizem alguns, dos tolos, dos incautos.
Este texto da entrevista atribuída a Anne Graham, pelos menos contém algumas grandes verdades: Deus respeita a nossa vontade, o nosso livre arbítrio e se nós lhe pedimos que se afaste Ele o faz e também não vai evitar que soframos por conta desta liberdade que reclamamos, pois o sofrimento está implícito na nossa exigência, na negação de Deus; das muitas tragédias que assistimos diariamente, boa parte delas decorrem do mau encaminhamento que a humanidade deu à educação, da pretensa liberdade às crianças e adolescentes, com irrestrita permissão para os desvios de conduta que geraram adultos psicologicamente deformados, revoltados, cruéis e insensíveis com o sofrimento alheio.
Mas Deus, como nos ensina Jesus, é um Pai sempre disposto a acolher o filho que retorna depois de ter cometido um sem números de asneiras. Ele apenas pede conversão, que significa reforma de caráter. 
De forma que, ainda que o texto seja fictício, ele nos fala da nossa responsabilidade direta ou indireta em grande parte das tragédias que vemos acontecer no dia-a-dia e nos alerta: está mais que na hora de revermos nossos conceitos de liberdade e de bem estar.    



Anne Morrow Graham Lotz
Tradução João Cruzué

Conta-se que Anne Morrow Graham Lotz, filha de Billy Graham Jr,pregador da Igreja Batista norte-americana,  estava sendo entrevistada no "Early Show", quando a apresentadora Jane Clayson lhe perguntou: Como DEUS permitira algo tão terrível assim acontecesse no dia 11 de setembro de 2001? E Anne Graham deu uma resposta profunda e esclarecedora.

Ela disse: "Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco? À vista dos acontecimentos recentes, ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc.

Eu creio que tudo começou desde que Madalyn Murray O'Hair, uma ateísta, se queixou de que era impróprio fazer orações nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião. Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos.

Logo depois, o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos corrigir nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima . E nós dissemos: "um perito nesse assunto deve saber o que está falando", e concordamos com ele. O filho do Dr. Spock depois cometeu suicídio.

Depois alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal. Os administradores escolares então decidiram que nenhum professor em suas escolas deveria tocar em um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa, e não queriam ser processados. (Há uma grande diferença entre disciplinar e tocar, corrigir, dar socos, humilhar e chutar, etc.) E nós concordamos com tudo.

Aí alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem, e que nem precisariam contar aos pais. E nós aceitamos essa sugestão sem ao menos questioná-la. Em seguida algum membro da mesa administrativa escolar muito sabido disse que, como rapazes serão sempre rapazes, e que como homens iriam acabar fazendo o inevitável, que então deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizer aos seus pais que eles as tivessem obtido na escola. E nós dissemos, "está bem".

Depois alguns dos nossos políticos mais importantes disseram que não teria importância alguma o que nós fizéssemos em nossa privacidade, desde que estivéssemos cumprindo com os nossos deveres. Concordando com eles, dissemos que para nós não faria qualquer diferença o que uma pessoa fizesse em particular, incluindo o nosso presidente da República, desde que o nosso emprego fosse mantido e a nossa economia ficasse equilibrada.

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia, e uma apreciação natural da beleza do corpo feminino . E nós também concordamos Depois uma outra pessoa levou isto a um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição na Internet. E nós dissemos, "está bem, isto é democracia, e eles têm direito de ter a liberdade de se expressar e fazer isso".

A indústria de entretenimento então disse: "Vamos fazer shows de TV e filmes que promovam profanação, violência e sexo ilícito. Vamos gravar música que estimule o estupro, drogas, assassínio, suicídio e temas satânicos." E nós dissemos: "Isto é apenas diversão, e não produz qualquer efeito prejudicial. Ninguém leva isso a sério mesmo, então que façam isso!"

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência, e por que não sabem distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado, por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios... Provavelmente, se nós analisarmos tudo isto seriamente, iremos facilmente compreender que nós estamos colhemos exatamente aquilo que temos semeado! "

Fonte: breaking the chain


Esta "entrevista" foi obtida no Blog Olhar Cristão 

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